Vamos falar sobre o método equals()? Embora alguns programadores desdenhem a necessidade de implementação do método equals() em suas classes, essa prática se faz extremamente necessária para o correto funcionamento deste recurso. Se olharmos na documentação do método equals() da classe Object, será fácil identificar o porquê se faz necessário sobrescrever o método de comparação de objetos nas suas entidades.

Se liga no drama que acontece aqui, padauã. A comparação é feita somente levando em consideração a referência de dois objetos, ou seja, essa comparação será verdadeira se você fizer, por exemplo:

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Muitas empresas e responsáveis de TI buscam constantemente agregar valor nos produtos e serviços entregues de várias maneiras, seja por meio de ciclos de entrega contínuos com pequenos pedaços funcionais de software, pela criação de aplicações infladas e cheias de recursos que muitas vezes sequer serão utilizados, desenvolvendo soluções baseadas na orientação a serviço, entre outras. Fato é que, independente da estratégia de atuação do departamento de TI, agregar valor não é uma tarefa fácil e requer, muitas vezes, grande esforço por parte dos envolvidos no projeto. Com a arquitetura orientada a serviços não seria diferente, pois esta, além de trazer grandes mudanças no paradigma de desenvolvimento de software, influencia diretamente na forma de gerenciar e governar TI na corporação, propondo desafios tecnológicos, operacionais, de infraestrutura, entre outros.

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É certo que o paradigma de sistemas computacionais está em constante evolução. Muitas destas evoluções vêm para aumentar a produtividade do processo de desenvolvimento de software, diminuir custos operacionais, estabelecer diretrizes de governança de TI, entre outros. O problema é que com essa miscigenação de conceitos, frameworks e metodologias, nem sempre é possível manter o alinhamento estratégico entre o negócio e a TI,  por falta de maturidade nos conceitos utilizados, disparidade de interesses entre os especialistas de negócio e os especialistas de TI ou simplesmente por não ter maturidade para fazer as engrenagens se encaixarem e fazer o mecanismo funcionar adequadamente, ocasionando muitas vezes, por exemplo, em cenários semelhantes às salas de guerra.

Deixar de enxergar a TI como um segmento separado do negócio e vice versa, é algo relativamente custoso para muitos profissionais na nossa área, porém, o paradigma de arquitetura orientada a serviço surge para fortificar ainda mais a necessidade de paridade entre o negócio e a TI para um bem maior, longe dos egos e holofotes, uma vez que para se alcançar as premissas de SOA é necessário que ambos os setores trabalhem em conjunto do início ao fim. Pensando nisto, hoje abordaremos os objetivos e benefícios estratégicos que a metodologia SOA pode proporcionar. Vamos nessa!

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Atualmente as empresas estão cada vez mais dependentes da TI para alcançar seus objetivos de negócio, obter resultados positivos e atingir um diferencial no mercado. Desta forma, a tecnologia da informação deixou de ser apenas um provedor de serviços, cujas despesas devem ser controladas, e passou a atuar como um parceiro, com orçamentos voltados à estratégia do negócio e gerenciados como um investimento.

Ao longo desta transição, os planos de negócio das instituições ficaram cada vez mais complexos, obrigando a TI a desenvolver processos cada vez mais maduros, com ciclo de vida bem definido e levando em consideração outros marcos de regulação e modelos de gerenciamento. Com isso, surgiu a necessidade de implementar uma Governança de TI eficiente, a fim de transparecer o trabalho do departamento de tecnologia da informação, reduzir gastos, gerenciar riscos, agregar valor ao serviço e principalmente mensurar o retorno sobre o investimento em tecnologia.

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