Muitas empresas e responsáveis de TI buscam constantemente agregar valor nos produtos e serviços entregues de várias maneiras, seja por meio de ciclos de entrega contínuos com pequenos pedaços funcionais de software, pela criação de aplicações infladas e cheias de recursos que muitas vezes sequer serão utilizados, desenvolvendo soluções baseadas na orientação a serviço – SOA, entre outras. Fato é que independente da estratégia de atuação do departamento de TI, agregar valor não é uma tarefa fácil e requer, muitas vezes, grande esforço por parte dos envolvidos no projeto. Com a arquitetura orientada a serviços não seria diferente, pois esta, além de trazer grandes mudanças no paradigma de desenvolvimento de software, influencia diretamente na forma de gerenciar e governar TI na corporação, propondo desafios tecnológicos, operacionais, de infraestrutura, entre outros.

Um dos nomes mais expressivos quanto o assunto é arquitetura orientada a serviços, Thomas Erl, define princípios aos quais são interpretados como termômetro na implantação do paradigma orientado a serviços numa corporação, porém, obviamente estes princípios não são – e nem devem ser – a bala de prata para os problemas de alinhamento entre a TI e o negócio. Estes princípios são conhecidos como:

  • Padronização do contrato de serviço
  • Baixo acoplamento
  • Abstração do serviço
  • Autonomia do serviço
  • Visibilidade do serviço
  • Independência do controle de estado do serviço
  • Reusabilidade
  • Capacidade de composição do serviço

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